domingo, 22 de abril de 2012

Calendário - Minstério do Meio Ambiente


Calendário - Minstério do Meio Ambiente

Eventos do 1o Semestre

Eventos do 2o Semestre

Janeiro
1/1/2012 - Dia Mundial da Paz
11/1/2012 - Dia do Controle da Poluição por Agrotóxicos
Fevereiro
2/2/2012 - Dia Mundial das Zonas Úmidas
6/2/2012 - Dia do Agente de Defesa Ambiental
22/2/2012 - Dia da Criação do IBAMA
Março
1/3/2012 - Dia do Turismo Ecológico
13/3/2012 - Dia Mundial de Luta dos Atingidos por Barragens
21/3/2012 - Início do Outono / Dia Florestal Mundial
23/3/2012 - Dia do Meteorologista
Abril
7/4/2012 - Dia Mundial da Saúde
15/4/2012 - Dia Nacional da Conservação do Solo
19/4/2012 - Dia do Índio
22/4/2012 - Dia da Terra
28/4/2012 - Dia da Educação
Maio
3/5/2012 - Dia do Solo / Dia do Pau Brasil
5/5/2012 - Dia Mundial do Campo
25/5/2012 - Dia do Trabalhador Rural
27/5/2012 - Dia Nacional da Mata Atlântica
29/5/2012 - Dia do Geógrafo
29/5/2012 - Dia do Geólogo
Junho
3/6/2012 - Aniversário da ECO92
4/6/2012 - Semana Nacional do Meio Ambiente
5/6/2012 - Dia da Ecologia / Dia Mundial do Meio Ambiente
9/6/2012 - Término da Semana Nacional do Meio Ambiente
17/6/2012 - Dia Mundial de Combate à Dessertificação e à Seca
18/6/2012 - Dia do Químico
21/6/2012 - Início do Inverno
23/6/2012 - Dia do Lavrador
29/6/2012 - Dia do Pescador
Julho
8/7/2012 - Dia Nacional da Ciência
12/7/2012 - Dia do Engenheiro Florestal
12/7/2012 - Dia do Engenheiro Sanitarista
17/7/2012 - Dia de Proteção às Florestas
28/7/2012 - Dia do Agricultor
Agosto
5/8/2012 - Dia Nacional da Saúde
9/8/2012 - Dia Interamericano de Qualidade do Ar
14/8/2012 - Dia do Combate à Poluição
Setembro
3/9/2012 - Dia do Biólogo
5/9/2012 - Dia da Amazônia
9/9/2012 - Dia do Veterinário
16/9/2012 - Dia Int. de Proteção da Camada de Ozônio / Dia Int. para a Prevenção de Desastres Naturais
19/9/2012 - Dia Mundial pela Limpeza da Água
21/9/2012 - Dia da Árvore
Outubro
5/10/2012 - Dia Mundial do Habitat / Dia da Ave
11/10/2012 - Dia Internacional da Água ( segundo sábado )
12/10/2012 - Dia do Agrônomo / Dia do Mar
15/10/2012 - Dia do Educador Ambiental
27/10/2012 - Dia do Engenheiro Agrícola
Novembro
5/11/2012 - Dia da Cultura e da Ciência
24/11/2012 - Dia do Rio
30/11/2012 - Dia do Estatuto da Terra
Dezembro
7/12/2012 - Dia do Pau-Brasil
9/12/2012 - Dia da Declaração Universal dos Direitos Humanos
14/12/2012 - Dia do Engenheiro de Pesca
21/12/2012 - Início do Verão
29/12/2012 - Dia Internacional da Biodiversidade


Dia da Terra 2012, 22 de Abril

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=azVEMVaoStI

Dia da Terra 2012, 22 de Abril

Dia da Terra foi criado pelo senador americano Gaylord Nelson, no dia 22 de Abril de 1970.
Tem por finalidade criar uma consciência comum aos problemas dacontaminação, conservação da biodiversidade e outras preocupações ambientais para proteger a Terra.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Felicidade Interna Bruta - Sabe o que é????


Caco de Paula - 16/04/2012 às 18:29






O que é essa tal de Felicidade Interna Bruta, afinal? Era assim que a maioria das pessoas com quem eu falava, até pouco tempo atrás, iniciava uma conversa sobre o tema. De uns tempos para cá, o assunto tem sido mais frequente nos noticiários e nas discussões em certas rodas, fazendo com que a compreensão desse conceito se torne mais ampla e acessível. Mesmo assim, ainda há um bom espaço para esclarecer mais como funciona essa ideia. Penso em três pontos principais. Para começar, embora a primeira imagem que possa vir à mente seja a do índice de Felicidade Interna Bruta (FIB) heroicamente derrotando o índice de Produto Interno Bruto (PIB), mais ou menos como aquela figura tão cara ao imaginário brasileiro, de São Jorge matando o dragão, não se trata de nada disso.

A ideia de criar um indicador que dê conta de medir o que o PIB não mede, é, sobretudo, a de estruturar um índice que se some ao que já existe, que seja complementar e não necessariamente antagônico. Segundo: ainda que em toda a parte se noticie, corretamente, até mesmo neste blog, que o FIB tenha sido criado no Butão, não se trata de trazer para a realidade das cidades brasileiras um método que, apesar de dar mostras de funcionar naquele reino do Himalaia, aqui encontra desafios completamente diferentes. Trata-se, portanto, de aproveitar o conceito, a ideia de que é possível fazer melhor, de outra maneira. Terceiro: para um certo pensamento binário, que acredita que as coisas tenham de ser ou istoou aquilo, que não possam ser isto e aquilo, ideias superpostas, complexas ou sistêmicas, é difícil acreditar que o FIB realmente seja algo importante se não for “o contrário” do PIB. Ou, pior, já que o índice, como se explica aqui, não será necessariamente o mesmo, em todos os detalhes, que se aplica no Butão, como se fosse um antigo e imutável modelo da Ford, há quem aponte o FIB como uma tentativa quixotesta, intangível, indefinível e impraticável. Nada mais distante da realidade.
PIB é algo que pode ser complementar ao FIB, que pode ser adaptado a cada país ou região e sim, pode – e deve – ser muito prático.
SACHS, O ANTROPOCENO E A NOVA BUSCA DE FELICIDADE
Não há melhor abordagem para tratar essas questões acima do que o recém-lançado World Happiness Report*, preparado por The Earth Institute*, da Universidade de Columbia, em Nova York. O próprio economista Jeffrey Sachs, do Earth Institute, assina a introdução do que podemos chamar de Relatório Mundial sobre Felicidade. Neste e nos próximos posts trazemos, em primeira mão, a introdução feita por Sachs (aqui traduzida com a colaboração de Nancy Juozapavicius). Vamos, então, ao texto de Sachs:

“Vivemos em uma época de total contradição. O mundo desfruta de tecnologias de sofisticação inimaginável, e ainda assim há pelo um bilhão de pessoas sem o suficiente para comer todo dia. A economia mundial está sendo impulsionada a se elevar a novas alturas de produtividade pelo avanço tecnológico e organizacional contínuo e, no entanto, está destruindo de forma implacável o ambiente natural nesse processo. Os países atingiram mais progresso do que jamais havia sido mensurado de forma convencional, mas ao longo do caminho podem vir a sucumbir a novas crises de obesidade, fumo, diabetes, depressão e outros males da vida moderna.
Essas contradições não teriam chocado os maiores sábios da humanidade, incluindo Aristóteles e Buda. Os sábios ensinaram à humanidade, repetidamente, que apenas o ganho material não iria realizar nossas necessidades mais profundas. A vida material deve ser controlada para atender às necessidades humanas e, principalmente, para promover o fim do sofrimento, a justiça social e a conquista da felicidade. O desafio é real em todas as partes do mundo.


Como exemplo chave, a superpotência econômica do mundo, os Estados Unidos, atingiu impressionante progresso econômico e tecnológico no último meio século, sem ganhos na autodeclarada felicidade dos cidadãos. Em vez disso, incertezas e ansiedade são altas, desigualdades sociais e econômicas foram consideravelmente ampliadas, a confiança social está em declínio e a confiança no governo está no patamar mais baixo de todos os tempos. Talvez por essas razões a satisfação com a própria vida tenha permanecido quase constante durante décadas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) per capita.

A realidade da pobreza, da ansiedade, da degradação ambiental e da infelicidade em meio a uma grande abundância não pode ser considerada simples curiosidade. Requer nossa atenção urgente, e de maneira especial, nessa conjuntura da história da humanidade. Porque entramos agora em uma nova fase do mundo, chamada de Antropoceno pelos cientistas que pesquisam o sistema da Terra.
Antropoceno é um termo recém-inventado que combina duas raízes gregas, “anthropos”, humano, e “kainos”, novo, como em uma nova era geológica. O Antropoceno é a nova era na qual a humanidade, através de suas conquistas tecnológicas e uma população de 7 bilhões de pessoas, se torna o maior propulsor de mudanças dos sistemas físicos da Terra, incluindo o clima, os ciclos do carbono, da água, do nitrogênio, e a biodiversidade. O Antropoceno irá necessariamente reformular nossas sociedades. Se continuarmos de forma descuidada na atual trajetória econômica, corremos o risco de minar os sistemas de suporte à vida na Terra – abastecimento de alimentos, água limpa e clima estável – necessários para a saúde da humanidade e até para a sobrevivência em alguns lugares.  Já estamos experimentando a deterioração dos sistemas de suporte à vida nas terras áridas do Chifre da África e em partes da Ásia Central. Por outro lado, se agirmos com sabedoria, poderemos proteger a Terra ao mesmo tempo em que elevamos amplamente a qualidade de vida em todo o mundo. Podemos fazê-lo ao adotar estilos de vida e tecnologias que aumentam a felicidade (ou a satisfação com a vida) e reduzem os danos que causamos ao meio ambiente. “Desenvolvimento Sustentável” é o termo dado à combinação de bem-estar das pessoas, inclusão social e sustentabilidade ambiental. Podemos dizer que a busca da felicidade está intimamente ligada à busca do desenvolvimento sustentável.
A Busca da Felicidade

Em uma sociedade empobrecida, a busca focada do ganho material da forma como é convencionalmente mensurada geralmente faz muito sentido. Renda doméstica mais alta (ou Produto Interno Bruto mais alto per capita) geralmente significa uma melhoria nas condições de vida dos pobres. Os pobres sofrem privações terríveis de vários tipos: faltam abastecimento de alimentos, empregos remunerados, acesso a sistemas de saúde, lares seguros, água limpa e saneamento, e oportunidades educacionais. Conforme a renda aumenta a partir dos níveis mais baixos, o bem estar da humanidade se aprimora. Não é de espantar que os pobres relatem crescente satisfação com suas vidas conforme suas rendas escassas aumentam. Mesmo pequenos ganhos na renda de um domicílio podem resultar na sobrevivência de uma criança, no fim do sofrimento causado pela fome, em melhoria na nutrição, melhores oportunidades de aprendizagem, partos seguros e possibilidades de melhorias e oportunidades crescentes na escolaridade, treinamento profissional e empregos bem remunerados.


Agora, considere a extremidade oposta do espectro da renda. Para a maioria dos indivíduos no mundo da alta renda, as privações básicas foram vencidas. Há comida, abrigo, confortos básicos (como água limpa e saneamento) e vestuários suficientes para atender às necessidades diárias. De fato, há um enorme excesso do conforto sobre as necessidades básicas. Pessoas pobres trocariam de lugar com pessoas ricas num piscar de olhos. No entanto, nem tudo está bem. As condições de afluência criaram seu próprio conjunto de armadilhas. Deve-se destacar que o estilo de vida dos ricos coloca em perigo a sobrevivência dos pobres. A mudança climática induzida pelos homens já está atingindo as regiões mais pobres e aniquilando vidas e meios de sustento. Diz-se que na maior parte do mundo rico as populações afluentes estão tão separadas daqueles que elas estão colocando em risco que há pouco reconhecimento, prático ou moral, das sobras adversas (ou “externalidades”) de seu próprio comportamento. E ainda assim os problemas da afluência também atacam perto de casa. A afluência criou seu próprio conjunto de aflições e vícios. Entre esses, a perda do sentido de comunidade, o declínio da confiança social e os níveis de ansiedade crescente, associados aos caprichos da economia globalizada moderna, incluindo as ameaças de desemprego ou episódios de enfermidades que não são cobertas pelos planos de saúde nos Estados Unidos.
Maiores rendas médias não necessariamente melhoram o bem-estar médio. Os EUA são um claro exemplo disso, como observa o Professor Richard Easterlin. O PIB per capita dos EUA triplicou desde 1960, enquanto as medidas de felicidade média permaneceram essencialmente inalteradas nos últimos cinquenta anos. A crescente produção dos EUA causou danos ambientais maciços, notadamente através de concentrações de gás de efeito estufa e mudanças climáticas induzidas pelo homem, sem que qualquer coisa tenha sido feita para elevar o bem-estar regular dos americanos. Assim, não temos um “revezamento” entre os ganhos de curto prazo versus os custos de longo prazo ao meio ambiente; temos um simples prejuízo ao meio ambiente sem compensação de ganhos de curto prazo. O paradoxo que Easterlin observou nos EUA foi que em algum momento em particular indivíduos mais ricos foram mais felizes do que os pobres, mas com o tempo a sociedade não se tornou mais feliz conforme se tornava mais rica. Uma razão é que os indivíduos se comparam uns aos outros. São mais felizes quando estão no patamar mais alto na escala social (ou de renda). No entanto, quando todos sobem juntos, o status relativo permanece inalterado.
Uma segunda razão óbvia é que os ganhos não têm sido compartilhados de forma justa, mas foram desproporcionalmente para aqueles no topo da distribuição de renda e educação. Uma terceira razão é que outros fatores sociais – insegurança, perda de confiança social, declínio da confiança no governo – neutralizaram quaisquer benefícios sentidos pelos de alta renda. Uma quarta razão é adaptação: os indivíduos podem experimentar um salto inicial na felicidade quando sua renda aumenta, mas então retornam pelo menos parcialmente aos níveis iniciais conforme se adaptam à nova renda mais elevada. Esses fenômenos colocam um limite claro no quanto os países ricos podem se tornar mais felizes através do simples dispositivo do crescimento econômico. De fato, ainda há outras razões gerais para duvidar da fórmula do PIB per capita em constante crescimento como rota para a felicidade. Embora em certa extensão a renda mais alta possa elevar a felicidade, a busca por uma renda mais alta pode na verdade reduzi-la. Em outras palavras, pode ser ótimo ter mais dinheiro, mas pode não ser tão bom ansiar por isso. Os psicólogos descobriram seguidamente que indivíduos que atribuem grande valor a rendas mais altas geralmente são menos felizes e mais vulneráveis a distúrbios psicológicos do que indivíduos que não anseiam por alta renda. Aristóteles e Buda aconselharam a humanidade a seguir um caminho do meio entre o ascetismo, de um lado, e a busca por bens materiais, de outro. Um problema posterior maior é a criação persistente de novos “quereres” materiais através da publicidade incessante de produtos usando imagens poderosas e outros meios de persuasão.  Considerando que as imagens são onipresentes em todos os nossos dispositivos digitais, o fluxo de publicidade é mais implacável do que nunca. A publicidade é agora um negócio de cerca de 500 bilhões por ano. Sua meta é superar a saciedade criando desejos e anseios onde não existia nenhum antes. Os publicitários e marqueteiros fazem sua parte ao se aproveitar das fraquezas psicológicas e desejos inconscientes. Cigarros, café, açúcar e gorduras trans, todos causam anseios, se não vícios absolutos.
Modas são vendidas através de imagens sexuais cada vez mais explícitas. As linhas de produto são geralmente vendidas associando os produtos a alto status social, e não a necessidades reais. E, finalmente, não há nenhuma advertência para aqueles que esperam se tornar mais felizes tornando-se mais ricos. Mesmo que os ganhos em bem-estar possam ser ampliados por futuros ganhos de renda, há evidências bastante impressionantes de que depois de certo ponto os ganhos são muito pequenos. A ideia chave é conhecida como “diminuir a utilidade marginal da renda.” Suponha que um domicílio pobre com uma renda de US$ 1.000 requer US$ 100 extras para elevar sua satisfação com a vida (ou sua felicidade) em um ponto. Um domicílio rico com renda de US$1.000.000 (mil vezes mais do que o domicílio pobre) precisaria de mil vezes mais dinheiro, ou US$100.000, para elevar seu bem-estar nesse mesmo um ponto. Os ganhos em renda têm de ser em proporções iguais à renda do domicílio para terem o mesmo benefício em unidades de satisfação com a vida.
Esse princípio significa que as pessoas pobres se beneficiam muito mais de um dólar adicionado à renda. Essa é uma boa razão pela qual os sistemas de transferência entre os países de alta renda da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) captam rendas líquidas de domicílios de alta renda e fazem transferências líquidas para domicílios de baixa renda a fim de promover o equilíbrio. Colocado de outra forma, a desigualdade da renda dos domicílios é sistematicamente menor depois dos impostos e transferências”.

Se um cachorro pode. Por que você não?



Pequenos gestos que fazem uma grande diferença.

MBA Gratuito – Gestão Empreendedora – Educação


MBA Gratuito – Gestão Empreendedora – Educação

Indústrias cariocas e paulistas uniram esforços para melhorar a qualificação dos gestores das escolas públicas dos dois estados. O resultado é a criação do Curso de Especialização Lato Senso MBA em Gestão Empreendedora – Educação, que irá formar empreendedores em educação capazes de interagir de forma criativa e inovadora na gestão escolar e no seu papel de líder da escola, tanto no campo pedagógico quanto no administrativo.O termo de cooperação assinado entre a FIRJAN, FIESP(Federação das Indústrias de São Paulo) e os governos dos estados do Rio de Janeiro e São Paulo nesta segunda-feira (09/04) estabelece que o programa educacional do MBA será oferecido na modalidade semipresencial (EAD) e beneficiará 4,4 mil gestores de escolas públicas de Educação Básica.A meta é formar, nos próximos cinco anos, 1,2 mil educadores do Rio de Janeiro e 3,2 mil de São Paulo. Os alunos não pagarão nada pelo curso, que será custeado integralmente pela FIRJAN e FIESP.A ação faz parte da “Proposta para um Brasil + Competitivo”, divulgada em dezembro do ano passado pela FIRJAN e FIESP. A proposta contempla ações conjuntas nos áreas de energia, logística, banda larga e educação, com o objetivo de reduzir custos e aumentar a produtividade das empresas brasileiras, avançando, assim, na competitividade.Investimento em educação:A oferta do MBA foi a forma encontrada pelas duas federações para contribuir com a melhoria do ensino público, já que o foco no desenvolvimento de uma conduta empreendedora possibilita que o gestor, ainda que empregado, possa agir como mantenedor de uma escola, visualizar novas oportunidades, inventar novas maneiras de fazer o que já sabe realizar, refletir sobre sua ação e sobre as consequências de sua gestão.O programa também contribuirá para o gerenciamento de processos de ensino, podendo complementar o aperfeiçoamento do quadro de direção das escolas da rede de ensino público.A iniciativa contabiliza investimentos totais de R$ 41,6 milhões, sendo R$ 9,6 milhões aportados pelos industriais do Rio de Janeiro, representados pela FIRJAN, e R$ 32 milhões pelos industriais de São Paulo, representados pela FIESP.O curso terá duração de 360 horas e a grade curricular será composta por 14 disciplinas. Pelo convênio, as entidades ficam responsáveis pela seleção e contratação do estabelecimento de ensino superior para a execução do programa, fornecimento das instalações para os encontros presenciais, material didático, e ambiente virtual de aprendizagem.

Disciplinas

 Introdução à Educação a Distância (EAD)

 Inovação e Empreendedorismo

 Políticas Públicas em Educação

 Gestão de Processos

 Gestão Estratégica

 Gestão da Qualidade

 Liderança e Comportamento Empreendedor

 Gestão Financeira

 Ambiente Regulatório na Educação

 Gestão de Pessoas

Marketing e Comunicação

Negociação e Mediação de Conflitos

Plano de Emprendimento.


Copie aqui a Grade completa com as ementas – PDF
Copie aqui a Proposta do Sistema Firjam para um Brasil + Competitivo
Informaçôes

8 pequenos gestos que podem melhorar sua vida


8 pequenos grandes gestos que contribuem para melhorar a vida das pessoas e o futuro do planeta

30 de novembro de 2011 |  Por: Zilah Rodrigues
Pequenos grandes gestos que contribuem para melhorar a vida das pessoas e o futuro do planeta.

1 – Troque informação e compartilhe conhecimento

Princípio básico para melhorar o mundo, a informação e o conhecimento podem transformar a realidade de muita gente por aí afora. Ensine às crianças o que é ser solidário; contribua com a criação de bibliotecas comunitárias; promova a comunicação e a integração de sua comunidade; reivindique na mídia espaço para ações do bem; interaja com os poderes legislativo e executivo; estude, leia e aprenda; compartilhe seu conhecimento com quem dele precisar.
Não precisa ser educador mas, um pouco de boa vontade em apoiar movimentos sociais, em se comunicar e em aprender, não faz mal a ninguém! Afinal, todo ensinamento é também uma aprendizagem!

2 – Cuide do Meio em que você vive

Plantar árvores, proteger e ajudar os animais abandonados, cuidar das plantas, adotar os 3R´s (Reduzir, Reutilizar e Reciclar) como ideologia de consumo, destinar corretamente os resíduos e cuidar do patrimônio da sua cidade. São atitudes básicas a serem tomadas se você quer cuidar bem do Meio onde vive. É tudo uma questão de comprometimento.

3 – Engaje-se em movimentos solidários

Fazer o bem sem olhar a quem. Esta é mais que uma oportunidade, é um ideal de vida. Ao ajudar o próximo, você planta uma semente de solidariedade que sustenta uma corrente do bem no mundo. Este engajamento pode ser feito de forma voluntária ou mesmo através de trabalhos no 3º Setor.
Como se engajar? Doe alimentos em campanhas contra a fome, doe remédios, doe o que você não usa mais e pode ser útil a alguém, ajude bancos de leite caso esteja amamentando, colabore com idosos e portadores de necessidades especiais, contribua com instituições de utilidade pública, seja um voluntário, doe conhecimento, doe sangue, apóie pessoas em situações complicadas, se você é empresário ou comerciante ajude através de sua empresa, trabalhe no Terceiro Setor! Maneiras de ajudar não faltam!

4 – Cuide do trânsito

Já reparou no tanto de motorista mal educado por aí? Tanta gente estressada, à beira de um ataque de nervos, violência no trânsito, mortes, atropelamentos… Se cada um fizer sua parte, isso pode mudar! Seja mais gentil, respeite a faixa de pedestres, seja um pedestre responsável, adote a carona solidária, respeite as leis, não beba quando for dirigir e uma peça chave: tenha paciência.
“Perceba que as estatísticas do trânsito são reais e que esses números dizem respeito à forma como nós todos nos comportamos pelas ruas e estradas.”

5 – Incentive as oportunidades de trabalho

Ajude as pessoas a encontrarem sua sustentabilidade econômica, colabore com as cooperativas de reciclagem separando seu lixo, participe voluntariamente de projetos de qualificação profissional, incentive a organização de cooperativas e ajude quem se encontra desempregado. Seu conselho e suas dicas podem ser muitos úteis a quem necessita. O que vale não é dar o peixe, o que vale é ensinar a pescar.

6 – Pratique o consumo consciente

Seja um consumidor consciente e solidário! Valorize os produtos locais, produzidos em cooperativas ou economias solidárias, gaste conscientemente, evite endividamentos,não desperdice água, alimento ou energia, participe de feiras de trocas e repasse informações sobre consumo consciente a outras pessoas que ainda desconhecem esse caminho. E o mais básico de tudo: Lembre sempre dos 3 R´s – Reduzir, Reutilizar e Reciclar

7 – Amplie o contato com as pessoas

Comunique-se! Exercite o diálogo e principalmente a compreensão, seja gentil e lembre-se de palavras simples como “por favor”, “obrigada”, “desculpe”, ofereça seu carinho e sua amizade a quem precisa, respeite as diferenças, aprenda a escutar e busque sempre o caminho da tranqüilidade e da paz para todos.
O bom relacionamento entre as pessoas é pressuposto fundamental para a formação de uma sociedade coesa, com os conceitos de união e de coletividade arraigados em sua essência.

8 – Cuide dos outros e não se esqueça de você

Tanta coisa que você pode fazer para ajudar o outro… e para se ajudar? Sem dúvidas, trazer o bem a que necessita já nos ajuda e muito, nos torna pessoas melhores, mais satisfeitas com o papel que desempenhamos na sociedade. A dica aqui é cuidar da saúde do corpo e da mente, cultivando os bons sentimentos e as boas relações, aceitando a ajuda sem deixar que o orgulho atrapalhe, não deixando que o medo atrapalhe seu espírito solidário, muito menos deixando que outras pessoas tirem vantagem sobre coisas que deveriam ser altruístas, usando-as para uma promoção pessoal.
Olhe à sua volta e perceba que onde há solidariedade verdadeira, há o bem, há união e amor. O otimismo nunca deve ser deixado de lado e o principal é que, por mais obstáculos que enfrentemos, nunca desistamos de um futuro melhor.
Façamos com que cada dia de nossas vidas seja o dia da realização de um sonho: o sonho de um futuro melhor construído por nossas próprias mãos!