Mostrando postagens com marcador solidariedade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador solidariedade. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 16 de abril de 2012

8 pequenos gestos que podem melhorar sua vida


8 pequenos grandes gestos que contribuem para melhorar a vida das pessoas e o futuro do planeta

30 de novembro de 2011 |  Por: Zilah Rodrigues
Pequenos grandes gestos que contribuem para melhorar a vida das pessoas e o futuro do planeta.

1 – Troque informação e compartilhe conhecimento

Princípio básico para melhorar o mundo, a informação e o conhecimento podem transformar a realidade de muita gente por aí afora. Ensine às crianças o que é ser solidário; contribua com a criação de bibliotecas comunitárias; promova a comunicação e a integração de sua comunidade; reivindique na mídia espaço para ações do bem; interaja com os poderes legislativo e executivo; estude, leia e aprenda; compartilhe seu conhecimento com quem dele precisar.
Não precisa ser educador mas, um pouco de boa vontade em apoiar movimentos sociais, em se comunicar e em aprender, não faz mal a ninguém! Afinal, todo ensinamento é também uma aprendizagem!

2 – Cuide do Meio em que você vive

Plantar árvores, proteger e ajudar os animais abandonados, cuidar das plantas, adotar os 3R´s (Reduzir, Reutilizar e Reciclar) como ideologia de consumo, destinar corretamente os resíduos e cuidar do patrimônio da sua cidade. São atitudes básicas a serem tomadas se você quer cuidar bem do Meio onde vive. É tudo uma questão de comprometimento.

3 – Engaje-se em movimentos solidários

Fazer o bem sem olhar a quem. Esta é mais que uma oportunidade, é um ideal de vida. Ao ajudar o próximo, você planta uma semente de solidariedade que sustenta uma corrente do bem no mundo. Este engajamento pode ser feito de forma voluntária ou mesmo através de trabalhos no 3º Setor.
Como se engajar? Doe alimentos em campanhas contra a fome, doe remédios, doe o que você não usa mais e pode ser útil a alguém, ajude bancos de leite caso esteja amamentando, colabore com idosos e portadores de necessidades especiais, contribua com instituições de utilidade pública, seja um voluntário, doe conhecimento, doe sangue, apóie pessoas em situações complicadas, se você é empresário ou comerciante ajude através de sua empresa, trabalhe no Terceiro Setor! Maneiras de ajudar não faltam!

4 – Cuide do trânsito

Já reparou no tanto de motorista mal educado por aí? Tanta gente estressada, à beira de um ataque de nervos, violência no trânsito, mortes, atropelamentos… Se cada um fizer sua parte, isso pode mudar! Seja mais gentil, respeite a faixa de pedestres, seja um pedestre responsável, adote a carona solidária, respeite as leis, não beba quando for dirigir e uma peça chave: tenha paciência.
“Perceba que as estatísticas do trânsito são reais e que esses números dizem respeito à forma como nós todos nos comportamos pelas ruas e estradas.”

5 – Incentive as oportunidades de trabalho

Ajude as pessoas a encontrarem sua sustentabilidade econômica, colabore com as cooperativas de reciclagem separando seu lixo, participe voluntariamente de projetos de qualificação profissional, incentive a organização de cooperativas e ajude quem se encontra desempregado. Seu conselho e suas dicas podem ser muitos úteis a quem necessita. O que vale não é dar o peixe, o que vale é ensinar a pescar.

6 – Pratique o consumo consciente

Seja um consumidor consciente e solidário! Valorize os produtos locais, produzidos em cooperativas ou economias solidárias, gaste conscientemente, evite endividamentos,não desperdice água, alimento ou energia, participe de feiras de trocas e repasse informações sobre consumo consciente a outras pessoas que ainda desconhecem esse caminho. E o mais básico de tudo: Lembre sempre dos 3 R´s – Reduzir, Reutilizar e Reciclar

7 – Amplie o contato com as pessoas

Comunique-se! Exercite o diálogo e principalmente a compreensão, seja gentil e lembre-se de palavras simples como “por favor”, “obrigada”, “desculpe”, ofereça seu carinho e sua amizade a quem precisa, respeite as diferenças, aprenda a escutar e busque sempre o caminho da tranqüilidade e da paz para todos.
O bom relacionamento entre as pessoas é pressuposto fundamental para a formação de uma sociedade coesa, com os conceitos de união e de coletividade arraigados em sua essência.

8 – Cuide dos outros e não se esqueça de você

Tanta coisa que você pode fazer para ajudar o outro… e para se ajudar? Sem dúvidas, trazer o bem a que necessita já nos ajuda e muito, nos torna pessoas melhores, mais satisfeitas com o papel que desempenhamos na sociedade. A dica aqui é cuidar da saúde do corpo e da mente, cultivando os bons sentimentos e as boas relações, aceitando a ajuda sem deixar que o orgulho atrapalhe, não deixando que o medo atrapalhe seu espírito solidário, muito menos deixando que outras pessoas tirem vantagem sobre coisas que deveriam ser altruístas, usando-as para uma promoção pessoal.
Olhe à sua volta e perceba que onde há solidariedade verdadeira, há o bem, há união e amor. O otimismo nunca deve ser deixado de lado e o principal é que, por mais obstáculos que enfrentemos, nunca desistamos de um futuro melhor.
Façamos com que cada dia de nossas vidas seja o dia da realização de um sonho: o sonho de um futuro melhor construído por nossas próprias mãos!

quarta-feira, 21 de março de 2012

Vem, me dê a mão- Solidariedade


Vem, me dê a mão

A solidariedade precisa ser trabalhada com as crianças todo dia, em casa e também na escola. Só assim elas aprenderão o quanto é importante ajudar o próximo



Ana Lúcia Neiva e Ana Carolina Carvalho
Máxima - 02/2012
A gratidão de quem recebe um benefício é sempre menor que o prazer daquele que o faz", já dizia sabiamente o escritor Machado de Assis no conto Almas Agradecidas, na Série Bom Livro (Ed. Ática). Estudos mostram que após a pessoa promover uma atitude solidária, o cérebro libera a substância endorfina, provocando sensação de felicidade. Há 11 anos, os 490 alunos do colégio particular Batista Eleutério Rocha, da cidade de Pedreiras (MA), compartilham desse sentimento. Imbuídos de um grande espírito solidário, eles "adotam" uma escola pública municipal para distribuir brinquedos e lanches e fazer apresentações culturais. Em Boa Vista (RR), outro exemplo: no Centro Educacional Objetivo Macunaíma os 590 estudantes se reúnem para entregar doações a instituições carentes. 

Na cidade gaúcha de Nova Prata, os 1200 alunos do Instituto Estadual de Educação Tiradentes arrecadaram alimentos, roupas, livros... para distribuir aos necessitados num projeto chamado Gincana Solidária. De norte a sul do país são inúmeros os projetos criados por professores visando ao bem estar do próximo. "Pesquisas recentes revelam a importância de valores como a solidariedade serem trabalhados nas escolas e o quanto é essencial para as crianças praticá los desde pequeninas", diz Luciene Tognetta, coordenadora do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Moral da Universidade Estadual Paulista (Unesp). 

EXERCÍCIO DIÁRIO 
Segundo a educadora, o conceito de solidariedade nas escolas é construído por meio do convívio social, dia após dia, pois é no cotidiano que as crianças desenvolvem as virtudes. "Por exemplo, quando há conflito entre dois alunos, o professor deve promover o diálogo entre eles: ao se expressarem e dizerem o que os incomoda eles aprendem a olhar o outro com generosidade", explica Luciene. 

Mas a família também tem papel fundamental na construção desse caráter. "É preciso que a criança sinta a união de pais e irmãos e os vejam praticando a solidariedade entre eles mesmos", comenta o psicoterapeuta e educador Leo Fraiman (SP). Fisiologicamente, fazer o bem é muito saudável: estudo realizado pela Universidade de Harvard (EUA), com cerca de 2700 pessoas, apontou que ser solidário e praticar algum trabalho voluntário é benéfico ao coração e ao sistema imunológico, além de aumentar a expectativa de vida. 

4 PASSOS QUE ESTIMULAM A SOLIDARIEDADE Para que o seu filho se torne um cidadão do bem — daqueles que auxiliam alguém a atravessar a rua, doam, emprestam...—, ele precisa ser motivado desde a infância. Veja como incentivá lo: 

1- Ensine a compartilhar As crianças estão discutindo por um brinquedo? Simplesmente tire o delas e diga que você só o devolverá quando elas entenderem que devem brincar juntas ou aprender a emprestar. "Para não ter dor de cabeça, muitos pais preferem resolver o problema comprando um brinquedo igual para cada filho, reforçando o individualismo e gerando o egoísmo. O distanciamento das pessoas faz com que elas nunca enxerguem as necessidades do outro", diz o psiquiatra Içami Tiba (SP). 

2 - Encoraje as iniciativas solidárias 
Caso a escola esteja promovendo alguma ação solidária, estimule seu filho a participar. Melhor: pai e mãe devem se informar sobre o projeto e verificar como podem colaborar efetivamente. "Contribuir apenas com dinheiro é algo muito cômodo, preguiçoso. É importante que os pais expliquem para as crianças o significado de vestir a camisa, se engajar", avisa Fátima Balthazar, arte educadora e assessora pedagógica especialista em valores humanos (SP). Acima de tudo, mostre que devemos fazer o bem incondicionalmente, sem esperar nada em troca. 

3 - Não trabalhe pela criança A sua não colaboração pode acontecer numa situação simples, como não ajudálo a arrumar a bagunça dos brinquedos. É importante que o pequeno entenda que cooperar com a mãe e o pai para manter a casa em ordem é ser solidário. Ensine que cada um deve dar o melhor de si para o outro e que quando a gente se ajuda todo mundo sai ganhando. 

4 - Evite comparações 
Se você tem um filho solidário e o outro não, respeite o jeito de agir de cada um e trabalhe para mudar o cenário. Observe com atenção o cotidiano da criança menos solidária e, ao perceber qualquer atitude generosa dela, elogie e a faça entender que aquilo é solidariedade. Mostre o quanto a outra parte ficou feliz e o bem estar que ela própria acabou sentindo. Incentive a a agir mais assim. 

MUITO TRABALHO A FAZER Apesar de muitos brasileiros serem solidários e não medirem esforços para ajudar o próximo, ainda estamos caminhando muito devagar nesse sentido. Uma pesquisa recente realizada pela Charities Aid Foundation (instituição de caridade do Reino Unido) e o Instituto Gallup, em 153 países do mundo, avaliou que o Brasil ocupa a 76ª posição no ranking mundial de caridade. Somos menos solidários que a média da população mundial! Os países mais altruístas são Austrália, Nova Zelândia, Canadá, Irlanda e Suíça. Está aí um bom motivo para desenvolvermos a solidariedade desde a infância. 

ENTRE NESTE JOGO! 
No livro A Formação da Personalidade Ética: Estratégias de Trabalho com Afetividade na Escola, a educadora Luciene Tognetta ensina jogos que desenvolvem as virtudes na criança. Que tal sugerir a diversão abaixo na escola de seu filho — ou aproveitá-la para brincar em casa? 

• Como montar: escreva as virtudes em tiras de papéis (solidariedade, respeito, tolerância, polidez, gratidão...) e coloque cada uma num envelope. 

• Regra do jogo: as crianças sentam se em círculo e os envelopes são espalhados no meio da roda. Uma delas escolhe um e lê a virtude sorteada. Você ou o professor organizam a discussão sobre a virtude perguntando, em primeiro lugar, se todos compreendem seu significado. Depois discutem, dão exemplos de como ela pode fazer parte do cotidiano e questionam se já a exercitaram naquele dia.